quarta-feira, agosto 09, 2006

Para mudar de ares...

Aqui vai uma pequena mudança cromática, para melhor condizer com a estação do ano.
Continuamos nos tons de azul, mas agora algo um bocadinho mais leve...pode ser que ajude a elevar a disposição.
Aguardo comentários à nova cara... (se é que ainda há alguém que se dá ao trabalho de ler isto).
Inte

segunda-feira, agosto 07, 2006

Ser ou não ser...(aka devaneios existenciais)

E depois há noites como as do outro dia em que começo a questionar cada traço recôndito da minha personalidade…
Que traços são verdadeiramente meus?
Que traços vinham já desenhados nos meus genes?
Que traços foram adquiridos das minhas vivências familiares?
Que traços são fruto de uma autocriação?
Quem é que eu era antes daqueles momentos decisivos, às vezes de alegria e felicidade e os outros de mágoa, desilusão e raiva, que me fizeram conscientemente mudar a minha maneira de ser?

Até que ponto eu passei a ser a pessoa que idealizei e sublimei aquele “verdadeiro eu”?
Será que tudo o que foi conseguido baseado no pressuposto desses meus traços auto-delineados é verdadeiro ou é uma farsa?
Ou é a isso que chamam o crescimento…
Até que ponto eu conheço quem sou? Como é que as pessoas que me rodeiam fazem a menor ideia com quem lidam e o que hão de esperar se nem eu sei o que esperar de mim?
Porque é que de repente me dá para estes devaneios esquizofrénicos de explorar a metafísica dos meandros desta personalidade?
É tão mais fácil permanecer na ignorância, escondermo-nos atrás da cor dos cabelos, usufruir da estabilidade da rotina diária sem nada questionar? Porque é que de todos os animais nos tinha que calhar a nós esta tal de racionalidade que nada mais faz além de causar angústia…
Porque é que desde que me conheço questiono tudo desde a metafísica da existência até à simples existência da matéria corpórea tal como a conhecemos?
Já não tenho idade para estas angústias existenciais…é na véspera das duas dúzias de anos que me dá para isto?

Cura-te e vai fazer algo de útil que isto só serve para nos empatar a vida e não nos deixar avançar…

quarta-feira, agosto 02, 2006

Ainda a guerra
















in Publico, 01/08/2006

no comments...

Triste guerra...

"A naturalidade é um acidente, a nacionalidade um artifício.(...) Sempre existiram línguas e religiões mas nem sempre existiram países. Parece-me incrivelmente estúpido que alguem mate em nome de um deus ou de um determinado conjunto de referências culturais; mais estúpido, porém, é matar em nome de uma linha preta assinalada num mapa.

Quando era menina ia à igreja com a minha avó materna e ia à mesquita com o meu avô paterno. Vi que o mistério era o mesmo. Vi que era o mesmo assombro diante da imensidão. O que difere é a liturgia. Esqueci a liturgia e fiquei com o mistério. quando me dói a alma ergo os olhos para o céu, não à procura de Deus, somente em busca de um pouco de luz e de um azul mais critalino.
O que me sustenta é a beleza. Rezo ao deserto para que continue a receber-me; rezo ao mar, e em especial ao grande e sereno Oceano Índico, para que não deixe nunca de me consolar com a sua voz de espuma; rezo às papaias pela sua carne e às goiabas pelo seu perfume.

Rezo ao deus indiferente dos gatos porque os fez magníficos e ao das baleias e das vacas pela sua mansidão. Sou mulher: rezo a tudo o que floresce e frutifica. Nada que cante ou que dance me é indiferente. Nada que fira ou destrua me é semelhante."

Faíza Hayat

terça-feira, junho 27, 2006

sem título

Parece que hoje me lembrei que tinha um blog...
Comecei a ler todos os meus posts para trás e para surpresa minha, há muita coisa que não me lembro de escrever.
Pode ser que um dia destes resolva vir escrever algo minimamente interessante...ou então não.
Hoje foi só uma coisa fugaz...
Com tanta ausência será que ainda há alguém que se dá ao trabalho de vir aqui? I really don't care...é por essas e por outras que me tornei adepta do RSS feed: posso não ver um blog durante muito tempo, mas se houver posts novos sou avisada!

Bye bye minha gente, até breve (espero eu)

quarta-feira, abril 05, 2006

Num dia Caeiro


O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender ...

O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...

Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar ...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar...


Alberto Caeiro

quinta-feira, março 23, 2006

Poesia: Fernando Pessoa

A propósito do dia da Poesia, com um bocadinho de atraso.

Fernado Pessoa é de certeza um dos meus poetas que têm lugar nesse espaço de poesia que existe em mim!
Houve quem lhe chamasse louco, com múltipla personalidade e até mesmo esquizofrénico. Se calhar até era um pouco disto tudo, mas como se costuma dizer " de médico e louco temos todos um pouco" e considero bem verdade. Senão ,vejamos com atenção os vários poetas que Pessoa tinha dentro de si:

Ortónimo, o Sóbrio: o poeta dito normal, sóbrio com inspirações históricas como na "Mensagem" mas também com poemas de uma enorme beleza e complexidade...

Alberto Caeiro, o Alegre: a criança ingénua que só sabe ver as coisas boas da vida. A simplicidade da natureza, a alegria, a espontaneidade mais pura de uma criança...

Ricardo Reis, o Cinzento: o mais depressivo, taciturno, pálido, absorto, que vê e acentua na vida que o rodeia, o sombrio, o pessimismo, a negatividade...

Álvaro de Campos, o Frenético: poemas febris e delirantes, com as variáveis da física sempre presentes: intensidade, força, aceleração...o desbobinar das emoções, a exaltação das palavras que saem com uma velocidade alucinante...

Será que todos nós não temos dias com um pouquinho de Fernando Pessoa (ortónimo) em nós? Dias com um bocadinho da ingenuidade e alegria do Caeiro?
Dias com a depressão e tristeza de Ricardo Reis?
E dias com o
frenesi delirante do Álvaro de Campos?

As minhas preferências em relação aos poemas propriamente ditos começam pelo Álvaro de Campos, seguido do ortónimo, seguindo com o Ricardo Reis e acabando com Alberto Caeiro...

Deixem os vossos comentários e preferências se quiserem, a saga da poesia segue dentro de momentos...

terça-feira, março 14, 2006

O privilégio

E que privilégio é trabalhar a 5 min de carro da praia!
A hora e meia de almoço dá para almoçar em 20 min e passar uma hora na esplanada da praia a ver o mar e apanhar solinho!
Vem-se trabalhar depois com uma disposição totalmente diferente!

O mar faz-me maravilhas!

segunda-feira, março 13, 2006

terça-feira, março 07, 2006

A propósito dos Óscares...

Com grande pena minha não pude assistir à cerimónia dos Óscares.
Tinha principalmente muita curiosidade na performance do Jon Stewart que gosto muito de ouvir no Daily Show. Há quem lhe tenha chamado um "semi-flop", mas julgo que este artigo da MSNBC está muito bom!
Aquela gente, salvo honrosas excepções, é demasiado burra para perceber certas piadas ou para saber rir de si próprio.

Mais tarde, comentários nos únicos 2 filmes nomeados que tive oportunidade de ver!!

Inte

sexta-feira, março 03, 2006

Hoje o meu avozinho faria 91 anos! Gostava de escrever um post dedicado a ele, mas ainda não consigo.

sexta-feira, fevereiro 24, 2006

O post mais longo...

Sim, dei-me ao trabalho de ir contar (com uma ajudinha do Word), foram 952 palavras!!!!
Só mesmo quem não tem mais nada que fazer é que se dá ao trabalho de vir ler estes devaneios!
A essas pessoas o meu profundo respeito e vénia! ;)

Reflexões...

De vez em quando dá-me para fazer reflexões, como já tinha referido antes, principalmente quando estou deitada na cama à noite, prestes a entrar no mundo dos sonhos.
Desta vez o que calhou na rifa foram as amizades...
Ao longo dos meus 23 e meio (pareço as crianças a dizerem que têm 5 e meio) já tive muita gente a passar-me pela vida...muitas pessoas a quem chamei amigos.
Pelo Dicionário Tiggerense (com ajuda do Priberam):
Amigo: do Lat. amicu; s. m., o que quer bem; aqueles com os quais, mesmo quando estou muito chateada, me preocupo sempre e desejo o melhor!
Passei pela fase de ter muitas amigas, quando era muito pequenina (e mesmo pequenina,6 anos ou assim, consegui zangar-me de tal maneira com 2 por terem ido dizer ao "meu mais que tudo" que gostava dele que meteu chapada e tudo e nunca mais me esqueci!!)...
Depois passei pela fase de achar que tinha amigas para descobrir que no final de contas só tinha uma ou duas ( e mesmo assim de qualidade duvidosa como vim mais tarde a descobrir)...
Depois passei pela fase de achar que tinha muitas pessoas amigas ( tipo amizades light, daquelas em que dá para ir tomar um café, sair à noitee normalmente não muito mais) e para aí uns 5 "melhores amigos", com sempre lugar para mais um...
Eventualmente essa fase estagnou quando passei pelas inevitáveis desilusões, para de repente perceber que dos 5, verdadeiros verdadeiros, só sobravam um ou dois...
É claro que, à boa maneira "Tiggerense", passei de um extremo para o outro, para achar que só havia lugar para uma amizade na minha vida, e porque era de longa data, e que o resto eram meros conhecidos...
Passadas estas fases todas perguntam vocês (ou provavelmente não): "E agora em que fase é que estás?"
Pois, não sei bem! Acho que estou numa de não ligar muito a isso! Já percebi que há muitas oscilações e que a vida é muito curta para grandes reflexões sobre porque é que esta ou aquela amizade se desvaneceu, o que é que fiz de mal, blá blá blá...
Agora considero que tenho este tipo de amigos (ponham a carapuça aquele que acham que vos serve, claro para a malta conhecida que lê isto é claro! E olhem que há muita gente referida que acho que até se dá ao trabalho de lêr isto):

Há uma amizade que tem o posto da antiguidade, é verdadeiramente a única que posso dizer que conheço desde que me sei como gente...teve uma fase de desilusão, teve mesmo alguns anos de pausa (por nenhuma razão em especial), e agora está a ser redescoberta aos poucos...

Há outra, que detém o 2º posto de antiguidade, que é muito especial! Sobrevive a meses sem conversas e sem contactos mas quando as há duram horas e horas sem dar pelo tempo a passar...(agora está numa fase de desalento, nenhuma zanga claro está, só que às vezes uma amizade só sobrevive se for um esforço mútuo...e quando deixo de me magoar com certas coisas para me passar só a ser indiferente não é muito bom, mas siga!)...

Há uma, deveras estranha, sinistra mesmo, que é uma relação de amor-ódio! É e sempre foi uma amizade impossível, com um ódio (é capaz de ser uma palavra muito forte) muito contido (às vezes não) de parte a parte, que não tem futuro nenhum, não tem conversa possível além da circunstancial e no entanto, é daquelas pessoas que considero amiga porque nunca deixei de me preocupar, mesmo naqueles momentos em que a relação amor-ódio tinha muito pouco de amor!

Há aquelas amizades, que se sente que apareceram na vida porque "tinha mesmo que ser", por muito improvavéis que fossem, e que, por muitas pausas que tenham (às vezes muito longas), tenho quase a certeza (tenho medo de algum dia me arrepender de ter dito isto, como já aconteceu outras vezes, mas pronto), que num momento de aperto, podia ligar e que largavam tudo para vir ter comigo...

Há outra, muito estranha também (que nem tenho a certeza se existe quanto mais se se pode incluir neste lote de amigos ligeiramente mais sérios) que sobrevive, da minha parte pelo menos, sem a menor confiança da minha parte ( daquelas em que sei que não posso contar nada senão no dia seguinte já está na "boca do povo") e tendo sérias dúvidas se posso contar com ela em qualquer momento, e no entanto é daquelas amizades interesseiras...quando queremos ter conversas que nos interessam estamos lá, de resto, raramente!

E depois há aquela amizade, que embora tendo vivido momentos conturbados, devido a imaturidades várias (a grande maioria da minha parte, verdade seja dita), é base da minha vida e que é pedra basilar de um Amor.

O resto das pessoas são conhecidos:
há aqueles conhecidos aos quais chamo amizades light, que de quando em vez surpreendem (pela positiva) por um conteúdo mais profundo de conversas;
há aqueles conhecidos em fase de exploração, i.e, que podem evoluir com boas probabilidades para uma amizade light;
e depois há aqueles que existem e nos preenchem a vida com conversas na rotina do dia-a-dia, e que aprendi a dar valor porque se não existissem a vida era uma grande chatice.

Desculpem o big post, mas parece que agora só escrevo a metro...e muito tempo entre cada metro!
Inté!

Ps: Falta-me aqui fazer referência às amizades defuntas, umas que desapareceram por uma razão específica e nunca mais deram sinal de vida (e ainda bem!) e outras que desapareceram, sem eu nunca perceber bem porquê! Mas mais uma vez, acho que tudo tem uma razão na vida, e se desapareceram era porque "It was meant to be"!

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

Yupiii!!! Broa de Mel de volta (a pausa foi curta)

E de repente, qual fantasma vindo de outro mundo, o telefone resuscitou e começou a tocar!!!
Devia passar a escrever mais coisas destas no blog... de repente resolveu-se tudo!
Ou isso ou a PT de repente percebeu que podiam resolver o problema a partir de lá sem terem que deslocar uma equipa a casa das pessoas...
Ah, e para cancelar a participação da avaria foram só facilidades...já para conseguir informações pediam dados, atrás de dados, atrás de dados!!!!

De qualquer modo, o Broa de Mel está de volta...foi uma pausa mais curta do que muitas que tenho feito ao longo destas 3 semanas (faz hoje) de trabalho! LOLOL

Obrigado por se manterem fiéis ao blog...ou não! :D

Pausa no Broa de Mel

Olá a todos,
Serve este post para informar que pelo menos nos próximos tempos não vou colocar nada no blog...pelo menos até a PT decidir devolver-me o serviço de telefone e consequentemente Internet ADSL. De um dia para o outro o sinal do telefone morreu sem que se saiba bem porquê...
Agora é esperar que a assistência técnica vá lá a casa e resolva o problema...o que pode demorar muito muito tempo!
Por isso, e como não convém estar a escrever no blog em horário de expediente (este foi a excepção à regra) vai haver uma pausa.
Sim podem dizer que não é que eu tenha primado pela regularidade de publicações mas pronto!
Adeus, até ao meu regresso ao mundo cibernáutico.

sexta-feira, fevereiro 17, 2006

Fondue de Chocolate (parte II) e não só!

Já mencionei que eu gosto muito muito do sítio onde estou a trabalhar?

Aquilo pelos vistos é mimos todas as semanas!! (se bem que já me avisaram que ando com uma sorte fora do normal!)
E não é que hoje houve novamente direito a fondue de chocolate???
E mais, folhados de queijo com doce de morango, salgadinhos, panados...
Mas calma, não foi tudo!
Ao final da tarde apareceram as belas das tostas e dos pãezinhos com o acompanhamento...
...tcham, tcham, tcham, tcham...
nem mais nem menos do que o belo do Queijo da Serra, do belo do Queijo de cabra dos Açores, do belo Queijo Brie, do belo Queijo de Palhais... fora os outros que não consegui reconhecer!

Caros amigos, vive-se mesmo muito bem :) :) :)

Ps: Daqui a umas semanas quando me virem com mais 10 kg, por favor abstenham-se de fazer comentários. Eu só faço isto porque me tenho que integrar com os colegas da empresa...não é porque eu gosto imensamente destes petiscos, não!

O que nós podemos aprender com a Norma ISO da Qualidade!



Alice began:


- Would you tell me, please, which way to go from here?

- That depends a good deal on where you want to get to - said the Cat.

- I don't much care where - said Alice.

- Then it does't matter wich way you go! - said the Cat.


Alice in Wonderland by Lewis Carroll

A Felicidade, A Paixão, A Vida (continuação)

E depois há aquelas pessoas que têm a sorte de não verem e não se aperceberem da felicidade à primeira...nem à segunda...nem à terceira...e quando finalmente a vêem, mesmo quando ela vai a fugir para seguir outro romo, apanham-na por um puro golpe de sorte ou de destino!
Eu não acredito que temos a vida predestinada mas acredito que tudo o que acontece tem uma razão de ser e que há coisas e pessoas que têm mesmo que "acontecer" na vida!
Se calhar é pura ingenuidade mas cada vez mais acredito que o que me aconteceu aos 18 anos é raro... algo que muita gente espera uma vida que aconteça - conhecer aquela pessoa que nos completa, aquela pessoa que o nosso coração ama muito antes do resto do corpo perceber!
E esse Amor tem algo de transcendente e transparente, porque foi capaz de sobreviver alguns anos à ignorância de uma racionalidade aparente, conseguindo fluir e dar-se a conhecer ao resto do mundo no entanto.
A evidência deste Amor surgiu depois de um momento intensamente espiritual de conhecimento interior...e depois "fez-se Luz"...e a Luz mais bonita da minha vida!

quinta-feira, fevereiro 16, 2006

A Felicidade, A Paixão, A Vida...(título à sua escolha, aceitam-se mais sugestões)

Cada vez mais acredito que a oportunidade se der feliz tem um quê de sorte e de destino...
acho que a felicidade passa pela vida de todos, de uma forma mais ou menos óbvia, mais ou menos intensa, mais ou menos fugaz...

Se ela é óbvia ou não, acho que é uma questão de abertura de espírito e de estarmos em contacto com o nosso eu...assim haverá menor probabilidade de ela nos passar à porta e não nos darmos conta;

Quanto à intensidade, depende mais uma vez da abertura de espírito e da sintonia em que nós estamos com o Universo, com a Natureza, com Deus (como se queira) ... ao fim e ao cabo depende da disponibilidade para amar o que ou quem quer que seja que nos apareceu à frente e a capacidade que temos de nos dar.

A fugacidade da felicidade é, para mim, uma coisa natural e necessária uma vez que, se a felicidade fosse uma coisa fácil e duradoura, não era tão apreciada e ansiada. De qualquer modo, a felicidade pode e deve ser trabalhada...

Se estivermos dispostos a trabalhar para que ela se mantenha, talvez quando chegar aquela altura do estado de êxtase naturalmente diminuir, fiquem umas fundações suficientemente fortes para que mais tarde se possa atingir o estado de êxtase novamente!