quarta-feira, março 14, 2007

7 Coisas

Respondendo ao desafio do Gira à minha volta aqui vai disto:

7 coisas que faço muito bem:

  • Dormir (e ser mega rabugenta quando não o faço como deve de ser);
  • Pegar num problema do tamanho de uma ervilha e transformá-lo na maior catástrofe de todos os tempos;
  • Planear tudo ao pormenor (inclusive antecipar o que os outros vão dizer numa dada conversa);
  • Lembrar-me de tudo e mais umas botas (mesmo o que não interessa);
  • Guardar tudo, tudo cá dentro e não deitar nada para fora;
  • Ouvir os outros;


7 coisas que detesto:

  • Dormir pouco;
  • Assassinatos à Língua Portuguesa, principalmente no contexto profissional (é com cada calinada!!!);
  • Médicos;
  • Quebras de confiança;
  • Calculismos e Cinismos;
  • Pessoas invasivas;
  • Falta de pontualidade;


7 coisas que me atraem no sexo oposto:

  • Sensibilidade;
  • Cor dos olhos;
  • Sorriso;
  • Inteligência;
  • Cultura;
  • E outras coisas que tais (que não posso dizer aqui:P);


7 coisas que costumo dizer:

  • “‘Tou-me a passes da cabeçes” (esta ficou do amigo Marco);
  • Fónix;
  • Vais/Fui com os porcos;
  • Yey !!(a maior parte das vezes com um certo sarcasmo);
  • Já nos “safemos”;
  • “Montes da bué” (sim eu sei que é calinada no português mas é mesmo no gozo);
  • Tudo e mais umas botas;

What Pearl Jam Song am I?

Nunca mais estão à venda os bilhetes!!!!Tem que ser desta...8 de Junho em Algés, ESTOU LÁ!!!



take the which pearl jam song are you? quiz, a product of the pearljammers community.

quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Músicas destes dias...

Nestes últimos dias em que ando meia estranha... taciturna, pensativa, um pouco melancólica até, numa luta constante contra languidez que se vai apoderando de mim sem razão aparente, estas são as músicas que me têm acompanhado:


I'm Yours - Jason Mraz


I Only ask of God - Outlandish


Somewhere Over The Rainbow - Israel Kamakawiwo Ole version



Inté

Ps: espero que os próximos posts sejam mais animados mas a mim dá-me mais para escrever quando estou assim...paciência!

quinta-feira, janeiro 25, 2007

Há dias assim...

Ou antes, há semanas assim!
Os níveis de desmotivação atingem picos, não consigo ver um futuro nisto, a incerteza leva-me a questionar tudo, a começar pelo curso em si!
Já lá vão as utopias de outros tempos de achar que o curso fazia sentido na nossa sociedade, e da história de podermos conciliar o mundo dos negócios com o ambiente!
Tretas...o dinheiro e os objectivos, os lucros a curto prazo é que interessam, nada mais! Tudo o resto são despesas operacionais!
Infelizmente começo a entrar na mentalidade triste "do mundo dos adultos"e a pensar que se tivesse um filho a escolher uma profissão agora, provavelmente o aconselharia a escolher algo mediante o dinheiro que traz e as perspectivas de evolução na carreira.
Enfim...é difícil não pensar que uma pessoa vive para o trabalho e vive mediante o trabalho que tem. E apesar de continuar a achar que os valores familiares, o amor, as amizades são o que de mais valioso a vida tem e sem os quais não vale a pena viver, é triste constatar que a (in)estabilidade da situação profissional condicionam todos os sonhos!

Enfim, tal como dizia, há dias assim, num "blue mood", em que tudo parece meio cinzento e nublado! Felizmente não são muitos!
Amanhã é outro dia e espero que seja um dia melhor!

PS: O que vale é que mesmo no meio da desmotivação, as pausas no trabalho, com alguns belos coleguinhas e uns miminhos de comidinha vão dando para suportar melhor o dia!

terça-feira, janeiro 16, 2007

1 Ano depois

Então não é que aqui o "estaminé" fez 1 ano, no passado dia 8 e eu não dei por nada??
Que autora mais desnaturada!
Há mil e uma coisas para escrever, muitas notícias para actualizar mas falta-me a motivação para chegar a casa (depois de 8h ao computador no trabalho) e ligar o PC. As últimas coisas escritas têm sido à base de insónias!

Despeço-me com um até breve...espero eu!

sexta-feira, dezembro 22, 2006

Feliz Natal Especial para pessoas especiais

E porque há pessoas - vocês sabem quem são - para as quais não faz sentido enviar só um e-mail engraçado ou um curto sms aqui fica um bonito poema sobre a Amizade!
Obrigada por existirem.
Beijinhos

"A amizade sincera é um santo remédio,
é um abrigo seguro!
É natural da amizade o abraço,
o aperto de mão, o sorriso.
Os verdadeiros amigos,
amigos de fé, os melhores amigos
não trazem dentro da boca
palavras fingidas ou falsas histórias.
Sabem entender o silêncio
e manter a presença, mesmo quando ausentes.
Por isso mesmo, apesar de tão raros,
não há nada melhor do que um GRANDE AMIGO."

quinta-feira, dezembro 21, 2006

Feliz Natal a todos :)

As minhas canções de Natal favoritas :)
Uma mais clássica:



E outra mais recente:

terça-feira, dezembro 19, 2006

Coisas Boas da Vida

Roubando o título a um blog amigo :) e porque de vez em quando convém por as coisas em perspectiva e afastar as nuvens negras que teimam em obstruir o caminho e as emoções ... é bom apreciar as coisas boas da vida.
O destaque de hoje vai para uma descoberta deste ano (e sem querer começo aqui aqui o capítulo do balanço do ano):

Conduzir à noite,
sozinha,
no MEU carro,
pela nossa linda Marginal,
com o mar e o luar como horizonte,
sem destino imediato,
sem horas para chegar,
e só sentir,
e só ouvir os pensamentos fluir.

E hoje fico por aqui.

segunda-feira, novembro 06, 2006

RSS Feed

Para quem, tal como eu, gosta de ler blogs mas cansa-se de estar sempre a ver aqueles que raramente são actualizados (cof, cof...) aqui vos deixo a maravilhosa invenção do RSS Feed.
Para verem os diversos RSS feed dos vários blogs que gostam, vão ao Google Reader, por exemplo (para quem ainda é ave rara e não tem uma conta no Gmail, trate de arranjar uma) e vão adicionando várias subscrições.
Ficam já sabendo que para blogs do Blogspot, o Rss feed deve ser sempre este:


http://nomedoblog.blogspot.com/atom.xml

E voilá!
Basta-vos consultar o Google Reader uma vez por dia ( ou mais, ou menos) e podem ler todas as novas entradas dos vossos blogs favoritos.

Eu sei que não descobri a pólvora, mas a verdade é que há muita gente por aí, nos quais se incluem alguns leitores deste blog, que nunca ouviram falar disto.

Por isso, bom proveito!

Para mudar de ares II...

E pronto, dada a justificação do post passado, já me permito nova mudança cromática, deta vez para condizer com uma das minhas estações do ano favoritas, o Outono!

O que dizer do Outono?

Gosto da cor castanho-alaranjada das árvores,
Gosto das folhas a caír,
Gosto das marés-vivas, do mar revolto,
Gosto da cor do céu,
Gosto das primeiras chuvas e das primeiras brisas mais fortes, quando ainda não está muito frio,
Gosto das trovoadas (embora tenha pavor delas),
Gosto da perspectiva do ano a acabar,
Gosto do S.Martinho,
Gosto do Sol de Outono.

E por falar do Sol de Outono, aqui vai a música de Outono da minha infância, da autoria da Professora de música da minha infância (a Luiza do Beiral)


Sol de Outono, Outono, Outono,
sol doirado, doirado, doirado,
folhas que caem, caem, caem,
leva-as o vento, o vento, o vento.


Lá vão tantas, tantas, tantas,
p'ra tão longe, longe, longe
dizendo adeus, adeus, adeus,
ao sol do Verão, do Verão, do Verão.

Luiza da Gama Santos

O Verão passou-me ao lado...

À laia de justificação por não ter escrito nada durante o Verão passado e uma vez que já entramos no Outono, aqui vai este post:

Pela primeira vez na minha vida posso dizer que não tive férias de Verão decentes.
Dos míseros 6 dias úteis de férias que tirei, em 4 deles choveu a potes.
Ao menos posso dizer que no meu dia de anos tive sorte: uma óptima companhia, O fenomenal cozido à portuguesa da bisogra (palavra inventada por mim para designar a sogra da sogra), um bolo de laranja surpreendente feito pelo meu amor e para terminar um espectacular pôr-do-sol na doca, como sempre.
Mas moral da história, pouco havia para escrever sobre o Verão e daí esta minha justificação (que no fim de contas não é para mais ninguém senão para mim mesma).
Inté!

quarta-feira, agosto 09, 2006

Para mudar de ares...

Aqui vai uma pequena mudança cromática, para melhor condizer com a estação do ano.
Continuamos nos tons de azul, mas agora algo um bocadinho mais leve...pode ser que ajude a elevar a disposição.
Aguardo comentários à nova cara... (se é que ainda há alguém que se dá ao trabalho de ler isto).
Inte

segunda-feira, agosto 07, 2006

Ser ou não ser...(aka devaneios existenciais)

E depois há noites como as do outro dia em que começo a questionar cada traço recôndito da minha personalidade…
Que traços são verdadeiramente meus?
Que traços vinham já desenhados nos meus genes?
Que traços foram adquiridos das minhas vivências familiares?
Que traços são fruto de uma autocriação?
Quem é que eu era antes daqueles momentos decisivos, às vezes de alegria e felicidade e os outros de mágoa, desilusão e raiva, que me fizeram conscientemente mudar a minha maneira de ser?

Até que ponto eu passei a ser a pessoa que idealizei e sublimei aquele “verdadeiro eu”?
Será que tudo o que foi conseguido baseado no pressuposto desses meus traços auto-delineados é verdadeiro ou é uma farsa?
Ou é a isso que chamam o crescimento…
Até que ponto eu conheço quem sou? Como é que as pessoas que me rodeiam fazem a menor ideia com quem lidam e o que hão de esperar se nem eu sei o que esperar de mim?
Porque é que de repente me dá para estes devaneios esquizofrénicos de explorar a metafísica dos meandros desta personalidade?
É tão mais fácil permanecer na ignorância, escondermo-nos atrás da cor dos cabelos, usufruir da estabilidade da rotina diária sem nada questionar? Porque é que de todos os animais nos tinha que calhar a nós esta tal de racionalidade que nada mais faz além de causar angústia…
Porque é que desde que me conheço questiono tudo desde a metafísica da existência até à simples existência da matéria corpórea tal como a conhecemos?
Já não tenho idade para estas angústias existenciais…é na véspera das duas dúzias de anos que me dá para isto?

Cura-te e vai fazer algo de útil que isto só serve para nos empatar a vida e não nos deixar avançar…

quarta-feira, agosto 02, 2006

Ainda a guerra
















in Publico, 01/08/2006

no comments...

Triste guerra...

"A naturalidade é um acidente, a nacionalidade um artifício.(...) Sempre existiram línguas e religiões mas nem sempre existiram países. Parece-me incrivelmente estúpido que alguem mate em nome de um deus ou de um determinado conjunto de referências culturais; mais estúpido, porém, é matar em nome de uma linha preta assinalada num mapa.

Quando era menina ia à igreja com a minha avó materna e ia à mesquita com o meu avô paterno. Vi que o mistério era o mesmo. Vi que era o mesmo assombro diante da imensidão. O que difere é a liturgia. Esqueci a liturgia e fiquei com o mistério. quando me dói a alma ergo os olhos para o céu, não à procura de Deus, somente em busca de um pouco de luz e de um azul mais critalino.
O que me sustenta é a beleza. Rezo ao deserto para que continue a receber-me; rezo ao mar, e em especial ao grande e sereno Oceano Índico, para que não deixe nunca de me consolar com a sua voz de espuma; rezo às papaias pela sua carne e às goiabas pelo seu perfume.

Rezo ao deus indiferente dos gatos porque os fez magníficos e ao das baleias e das vacas pela sua mansidão. Sou mulher: rezo a tudo o que floresce e frutifica. Nada que cante ou que dance me é indiferente. Nada que fira ou destrua me é semelhante."

Faíza Hayat

terça-feira, junho 27, 2006

sem título

Parece que hoje me lembrei que tinha um blog...
Comecei a ler todos os meus posts para trás e para surpresa minha, há muita coisa que não me lembro de escrever.
Pode ser que um dia destes resolva vir escrever algo minimamente interessante...ou então não.
Hoje foi só uma coisa fugaz...
Com tanta ausência será que ainda há alguém que se dá ao trabalho de vir aqui? I really don't care...é por essas e por outras que me tornei adepta do RSS feed: posso não ver um blog durante muito tempo, mas se houver posts novos sou avisada!

Bye bye minha gente, até breve (espero eu)

quarta-feira, abril 05, 2006

Num dia Caeiro


O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto,
E eu sei dar por isso muito bem...
Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras...
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo...
Creio no mundo como num malmequer,
Porque o vejo. Mas não penso nele
Porque pensar é não compreender ...

O Mundo não se fez para pensarmos nele
(Pensar é estar doente dos olhos)
Mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...

Eu não tenho filosofia: tenho sentidos...
Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é,
Mas porque a amo, e amo-a por isso,
Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe por que ama, nem o que é amar ...
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência não pensar...


Alberto Caeiro

quinta-feira, março 23, 2006

Poesia: Fernando Pessoa

A propósito do dia da Poesia, com um bocadinho de atraso.

Fernado Pessoa é de certeza um dos meus poetas que têm lugar nesse espaço de poesia que existe em mim!
Houve quem lhe chamasse louco, com múltipla personalidade e até mesmo esquizofrénico. Se calhar até era um pouco disto tudo, mas como se costuma dizer " de médico e louco temos todos um pouco" e considero bem verdade. Senão ,vejamos com atenção os vários poetas que Pessoa tinha dentro de si:

Ortónimo, o Sóbrio: o poeta dito normal, sóbrio com inspirações históricas como na "Mensagem" mas também com poemas de uma enorme beleza e complexidade...

Alberto Caeiro, o Alegre: a criança ingénua que só sabe ver as coisas boas da vida. A simplicidade da natureza, a alegria, a espontaneidade mais pura de uma criança...

Ricardo Reis, o Cinzento: o mais depressivo, taciturno, pálido, absorto, que vê e acentua na vida que o rodeia, o sombrio, o pessimismo, a negatividade...

Álvaro de Campos, o Frenético: poemas febris e delirantes, com as variáveis da física sempre presentes: intensidade, força, aceleração...o desbobinar das emoções, a exaltação das palavras que saem com uma velocidade alucinante...

Será que todos nós não temos dias com um pouquinho de Fernando Pessoa (ortónimo) em nós? Dias com um bocadinho da ingenuidade e alegria do Caeiro?
Dias com a depressão e tristeza de Ricardo Reis?
E dias com o
frenesi delirante do Álvaro de Campos?

As minhas preferências em relação aos poemas propriamente ditos começam pelo Álvaro de Campos, seguido do ortónimo, seguindo com o Ricardo Reis e acabando com Alberto Caeiro...

Deixem os vossos comentários e preferências se quiserem, a saga da poesia segue dentro de momentos...

terça-feira, março 14, 2006

O privilégio

E que privilégio é trabalhar a 5 min de carro da praia!
A hora e meia de almoço dá para almoçar em 20 min e passar uma hora na esplanada da praia a ver o mar e apanhar solinho!
Vem-se trabalhar depois com uma disposição totalmente diferente!

O mar faz-me maravilhas!

segunda-feira, março 13, 2006